Não deu pra quem quis: Estréia do filme PARATODOS- Veja como foi!

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A estréia em Salvador do longa-metragem Paratodos,  documentário filmado em 4 anos que conta a rotina dos principais atletas paralímpicos brasileiros, lotou o Xisto na tarde da última quarta-feira(07). A exibição é uma parceria entre a Secretaria de Educação e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e contou com a presença de atletas paralímpicos, o roteirista do filme Peppe Siffredi e a produtora  Livia Almendary para um bate papo.

A comunidade de pessoas com deficiência compareceu em peso para conferir e se emocionar com a pesada rotina dos atletas paralímpicos do Brasil, admirar suas conquistas, reconhecer suas fraquezas e as injustiças do meio: “O esporte paralímpico não é inclusão social. Ele pode ter começado assim, mas isso aqui é performance de ponta e de onde eu tiro meu sustento. Temos que ser os melhores” declarou um dos atletas que participaram do documentário que esse post não vai revelar para não dar spoiler.

Esse olhar humano sobre a prática foi o que mais cativou Cleiciane, moradora de Plataforma. “A maneira como geralmente retratam o atleta paralímpico é sempre aquela do herói, mas o filme não aborda só isso, ele traz uma perspectiva muito real do que é esse atleta que sofre, que ganha peso, que se cobra demais. Não é o coitadinho nem o herói, é o ser humano que ta ali.”

A Mesa de abertura contou com representantes de diferentes setores da luta pela acessibilidade, tais como o Superintendente dos  Direitos da Pessoa com Deficiência Alexandre Baroni, nossa gestora Ninfa Cunha  e Patrícia Braile da Cordenação de Educação Espacial da Secretaria de Educação, alem do roteirista Peppe Siffredi e produtora  Livia Almendary

“A sessao de Paratodos no Xisto foi linda, e muito importante no ambito do projeto porque mostra para a sociedade que existe uma enorme demanda por atividades culturais acessiveis.  A exibiçao do filme com legenda, libras e audiodescriçao, em um espaço acessivel, permitiu que muitas pessoas com deficiencia – cegos, surdos, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, e que representavam quase metade da plateia – pudessem participar efetivamente da atividade, assistindo ao filme e contribuindo com o debate que aconteceu depois”. Declarou Livia.

 

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