NOTA DE PESAR – Roberto de Abreu

1374067_1426040017608781_1865618932_nA Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), registra a consternação pela prematura morte de Roberto de Abreu Schettini, ator, encenador e dramaturgo baiano, de Vitória da Conquista, dedicado ao teatro de grupo e à criação colaborativa, premiado pelo seu trabalho e reconhecido pelos seus pares. Doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Roberto era professor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), atuando na formação de artistas, professores e pesquisadores de Teatro e Dança, e membro fundador do Grupo de Teatro Finos Trapos, criado em 2003. A Bahia perde um artista de grande disposição produtiva e criativa, entusiasta e representante de uma nova geração que se comove neste luto. “A Finos funciona em regime de teatro de grupo. Só quero esse tipo de trabalho para a minha experiência como artista. E teatro é tudo que sei fazer. Tudo. E o teatro que sei fazer não é o teatro que está guardado e salvaguardado nas estantes das bibliotecas, das coleções da literatura dramática”, disse Roberto em seu discurso ao ser premiado como Melhor Diretor no Prêmio Braskem de Teatro 2008, pelo espetáculo “Auto da Gamela”.

Residente do Xisto em nova apresentação gratuita

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Wadô – grupo residente de música e danças orientais do Xisto em nova apresentação aberta à comunidade 

Mais do que divulgar a cultura japonesa, o Wadô tem como filosofia cultivar a dedicação, o espírito de união, a responsabilidade, a disciplina e a solidariedade, buscando sempre o desenvolvimento pessoal de seus integrantes. Com   sua   percussão   forte,   ritmada   e   pulsante,   Wadô mescla   sonoridade característica e movimentos marcados em apresentações de taiko, manifestação artística contemporânea de origem japonesa.

Serviço

O que: Wadô – música e danças orientais
Quando: 28 de fevereiro (sábado), às 17h
Onde: Espaço Xisto Bahia – Complexo Cultural dos Barris
Ingressos: Entrada franca
Classificação: LIVRE
+ INFORMAÇÕES: (71) 3117-6155 / 6156
Produtor: Vinícius Honda | (71)9295-4810 | viniciushonda@hotmail.com.br

Espaço Xisto Bahia recebe oficinas e espetáculo argentino

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Dentro da programação do II Festival Itinerante de Teatro Latino-americano Âmbar (FITLÂ), evento realizado pelo Colectivo Âmbar (rede de artistas e promotores cênicos latino-americanos) o Espaço Xisto Bahia recebe as seguintes atividades de formação:

Espetáculo EL COLIBRÍ: travesía en Mi Mayor (AR) – solo de Gonzalo Alfonsín

SINOPSE: Um homem-pássaro atravessa o continente americano, desde a Argentina até os Estados Unidos. Visita cidades e povoados, montanhas e praias, mares e rios. Conhece pessoas muito diferentes que se parecem muito entre si. Vai de um lugarpara outro, na constante busca. Mas o que é que ele procura? Aventuras? Amores? A sua própria identidade? Está procurando Deus? E o que é Deus? El Colibrí é um espetáculo unipessoal que combina várias linguagens: narração oral, teatro deimagens, registro audiovisual e música ao vivo. Através de uma série de vivências queo autor teve, a peça traça uma radiografia subjetiva, um dos tantos mapas possíveis do continente americano.

SERVIÇO

O  quê: El Colibrí: Travessia em Mi Maior (Argentina)

Data: 1º de março, no Espaço Xisto Bahia, às 19 horas.

Horário: 19h

Classificação indicativa: 12 anos

Língua: espanhol

 OFICINAS GRATUITAS

Corpo e voz: procedimentos para uma criação polissêmica e autoral (Argentina/Brasil)

Ministrantes: Raiça Bonfim (BR), Gonzalo Alfonsin (AR) e Juan Lautaro (AR)

Exigência: Roupas Leves

Vagas: 13 (Público geral) e 12 (Alunos da Escola de Teatro UFBA)

*A inscrição para Alunos da Escola de Teatro UFBA será realizada no dia 02 de março, no turno matutino, junto à recepção dos calouro

Link para inscrição: <http://goo.gl/forms/Zby4s50sO5>

SINOPSE: A oficina é antes de tudo um encontro entre participantes do festival, vindos da Argentina e do Brasil. Serão abordados conteúdos comuns a pratica dos ministrantes, com enfoque no trabalho vocal, físico e de construção de personagem. Serão trabalhadas ferramentas que ajudem a fortalecer a união entre mente e corpo, chave da presença cênica, ampliando ainda mais a gama expressiva dos alunos. O trabalho se embasa na antropologia teatral e na pré-expressividade, por isso a oficina é direcionada ao público artístico. Será abordada ainda a memória de cada ser e a múltiplas referencias das quais o ator lança mão no trabalho de criação. A Oficina aponta para a busca por abertura de espaços para a improvisação, o silêncio e a dúvida, com a observação das fragilidades que permeiam a experiência humana – insegurança, incerteza, inocência etc. Essa proposta encontra cumplicidade na fala de Marcelo Evelyn em entrevista ao jornal O Globo: “Era uma compreensão que me fazia enxergar o corpo como um gerador de potência, mesmo na fragilidade. A Pina dizia sempre: “Quando você é fraco, é aí que você pode vir a ser forte”. É quando você se expõe que a sua força pode aparecer” (2013). Neste percurso, os pontos de observação chave são:

1. O que forma o gênero da personagem, o que a torna uma personagem feminina ou masculina, o que isso revela sobre as questões de gênero, em que ponto isso espelha e/ou diverge dos artistas que se defrontam com esta imagem etc;

2. Quais mecanismos de comunicação que a personagem adota, o que o modo como se expressa ao longo da obra revela sobre a experiência de comunicação humana, quais são as mudanças marcantes em seu percurso;

3. As metáforas que podem ser extraídas da trajetória da personagem e seus desdobramentos, quais são os sentidos possíveis contidos nesse ato, quais são as analogias que cada um pode fazer com sua própria vida etc;

4. As qualidades suscitadas pelo elemento preponderante na imagem da personagem e o que essas qualidades propõem em relação à metodologia de criação e às densidades corpo-vocais utilizadas em cena, que tipo de poética pode ser desenvolvida com base nas figurações a acepções filosóficas do elemento.

Dias: 03, 04 e 05 de Março de 2015

Hora: das 9h às 12h

Local: Espaço Xisto Bahia Bahia

De la plástica al cuerpo – Creación escénica a partir de lenguajes visuales (Costa Rica).

Ministrantes: Noelia Cruz (CR)

Exigência: Roupas Leves

Vagas: 13 (Público geral) e 12 (Alunos da Escola de Teatro UFBA)

* A inscrição para alunos da escola de teatro será realizada dia 02 de março, junto a

recepção dos calouros.

Link para inscrição: <http://goo.gl/forms/ul6hNP3nBb>

SINOPSE: A oficina é de natureza teórico-prática e orientada à investigação cênica a partir de elementos da linguagem visual. Trata-se de uma metodologia curta e práticaque abre espaço para a investigação do ator a partir de um material específico, seja uma ideia, um texto, uma imagem, para criar um caminho pessoal e único nos processo criativos relacionados à busca da expressividade do corpo. Além disso, é uma aproximação à utilização de signos cênicos que modifiquem o corpo d@ atriz/ator,através de uma abordagem indireta, que começa com a conceptualização a partir de algo abstrato, a análise da imagem, e a busca clara de linhas estéticas definidas que facilitem encontrar o caminho dos processos pessoais de criação cênica. A oficina se divide em uma parte teórica, na qual se introduzem os elementos que vão ser utilizados na pratica, associados a exercícios de análises de imagens e estudos curtos de obras da história da arte, além de aproximações breves com exercícios de conceptualização; e uma etapa prática com um trabalho cênico previamente elaborado no qual se aplicarão os elementos da oficina e se valorizarão as novas descobertas de forma coletiva, para o desenvolvimento da proposta em prazos e consequências mais amplas.

Conteúdos aplicados: Leitura de linguagem visual básica;

Conceptualização para a criação cênica; Ferramentas de comunicação visual para materializar um conceito abstrato; Desenho tridimensional no espaço cênico;

Movimento e gesto: todas as artes a favor das linguagens do corpo.

Objetivo Geral:

Introduzir elementos de criação cênica a partir de uma metodologia proveniente da fusão entre as artes visuais e as artes cênicas.

Mais informações pelo email: oficinas.fitla@gmail.com

Conheça o som do Tropical Selvagem – grupo que abre o Encontros de Domingo 2015

O projeto Encontros de Domingo acontece sempre no último domingo de cada mês, desde 2013, e já teve a participação e a parceria de importantes artistas locais.

De criação artística em múltiplas linguagens musicais, o Tropical Selvagem abre a edição 2015 e promete animar o baile de carnaval da criançada com muita mistura musical.

Serviço

Encontros de Domingo – Grupo Tropical Selvagem

Quando: 22 de fevereiro (domingo), das 9h às 12h

Programação:
9h – café da manhã
10h – ateliê de desenho
10h 30 – contação de histórias
11h – apresentação musical (Tropical Selvagem)

Onde: Espaço Xisto Bahia – Complexo Cultural dos Barris – R. General Labatut, 27

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia); passaporte: 1 adulto + 1 criança = R$ 20